Arquivos de etiquetas: Suicidio

TRISTE É O SUICÍDIO!

16 ago

Eu me matei. Eu me matei, mas estou vivo.

O que é isto?

O que se passa?

Sinto-me cheio de amargura, desalento e dor, mas estou vivo!

Isso é o que me inculca. Jovem eu sou, bonito e forte, mas acabrunhado pela dor. Dor atroz, que não me deixa num só minuto.

Quisera descansar, dormir um pouco…

Como? Com toda essa zoeira infernal?! Faço-me de surdo, mas as vozes infernais gritam aos meus ouvidos. Assassino, assassino, assassino. Assassino, eu?

Procuro a realidade e vejo, em torno de mim, um mar de sangue. Matei aquela que eu amava e me matei!!!…Que dura realidade! Sofro, choro, grito, blasfemo.

Hoje estou aqui, para dizer aos jovens: amem-se, amem ao próximo e respeitem o livre-arbítrio de todos. Você não é dono nem de sua própria vida. Não matem, não se suicidem.

Amem a vida e sejam felizes.

Orem por nós, os suicidas!

C.C.F.A. Aju, 02/06/2008. Por: Maria Virgínia Lima Costa Alves

A CAUSA DE MINHA DOR

16 ago

Sinto-me perdida, num espaço incomensurável, cheia de dor, desalentada e triste, só e abandonada. Cheia de lágrimas de dor e de grandes angústias.

Por que será que eu fiz isso?

Eu sofri muito na terra, mas agora sofro muito mais.

É a ferocidade, é o ódio, é a blasfêmia, é o desespero atroz. Quantos gritos e clamores de revolta, de desalento e alguns…, já de arrependimento.

Tudo eu tive na vida, mas perdi pela vaidade e invigilância. Hoje, choro a dor das horas perdidas, na devassidão, nos vícios que me levaram a perder a minha vida por overdose. Dizem que morri.

Será que morri?

Sinto-me mais viva do que nunca e mais infeliz, do que nunca.

O que eu fiz da minha vida?

Ó jovens, procurem viver de forma decente e feliz. Lembrem-se, Deus existe. Deus é Pai, Deus é amor, mas Deus também é justiça e misericórdia.

Passeiem, divirtam-se de forma sadia, mas não se suicidem jamais. Vou deixá-los e seguir com estes irmãos misericordiosos, que trabalham em nome de Deus, de Jesus e de Maria.

Pensem bem, vivam em paz.

Sigam as pegadas de Jesus e não se suicidem, porque o suicídio é o ato mais vil, que comete o ser humano.

Envolvi-me com maus elementos, fui pressionada e em desespero me suicidei.

Vivam a vida, de maneira decente e feliz, ó jovens da minha terra e do mundo inteiro.

Que Jesus nos ajude. Nós, os pobres suicidas.

Uma irmã que se encontra em recuperação.

Aracaju, 03/11/07 CCFA – Casa de Caridade Francisco de Assis Psicografado por Mª Virgínia L. C. Alves

A Porta Enganosa e a Depressão

24 abr

Há quanto tempo!? Não sei.

É decorrido quanto tempo!?

Não sei medir. Não sei pesar. Não sei me situar. Perdi todo o controle sobre a minha pessoa.

Era jovem bonita, voluntariosa, cheia de vida.

Passeava, luxava, tinha tudo que queria.

A vida era muito boa, nada me faltava.

Mas o tédio, tomou conta de mim, apesar de tudo possuir.

Perdi a alegria de viver. Não queria sair com a minha turma, nada mais me interessava.

Sentia uma dor profunda que vinha da alma. Eu não sabia o porquê.

Jovem, atraente, porque não dizer bela, rica, mas não era mais feliz.

O desânimo e a dor, tomaram conta do meu ser.

Afastei-me dos amigos, da sociedade e comecei a afundar-me na tristeza devastadora.

- O que é isso filha? Perguntavam os meus pais apreensivos.

- Vamos ao médico, você precisa se tratar. Fui a contragosto.

Mediquei-me, diminuiu um pouco o meu sofrimento, mas eu não me tornei mais feliz.

Sempre vivia esquiva, trancada no meu quarto.

Pensamentos de ódio, desamor, suicídio. Eu imaginava que era tempo de acabar com tudo aquilo.

Meus pais, muito religiosos, traziam amigos, para fazerem preces comigo. Eu as fazia maquinalmente. Não tinha fé.

O tempo foi passando, a dor aumentando, perdi a vontade de cuidar de mim, enclausurada em um quarto.

As minhas noites eram terríveis, povoadas por pesadelos horríveis.

“Cansei-me de tudo. Vou dar cabo da minha vida. Ninguém merece tanto sofrimento”.

E assim fiz. Em uma noite chuvosa cometi o ato insano. Parti da vida, através de

excesso de remédios.

Qual não foi a minha surpresa!? Dormi para não me acordar mais e estava mais acordada do que nunca, vendo meu corpo estendido e sendo levado em um caixão, para ser enterrada. Aí começou o verdadeiro pesadelo.

Sofri, gemi, chorei, gritei, blasfemei, quando vi que estava viva, com o meu corpo se decompondo, sofrendo dores atrozes e nada podia fazer.

Os céticos sorriem e dizem que é invenção, que morrer acaba com todos os problemas.

Depois de muito sofrer fui socorrida pela “LEGIÃO DOS SERVOS DE MARIA” e hoje, estou aqui para dizer: Amem-se, Orem, Vigiem, Trabalhem em prol do Próximo.

Sejam úteis e saibam, que acima de tudo, somos Espíritos Imortais.

Não ao suicídio, esta porta enganosa, que leva muitos incautos a dores Milenares.

Orem por nós, os suicidas.

Adeus!

(Autor Desconhecido)

CCFA. Aracaju, 05/03/2007. Psicografado por Maria Virgínia Lima Costa Alves.

CHEGA DE TANTA DOR

24 abr

Ontem eu era alegre e feliz. Hoje estou cumprindo uma dor intensa. Um sofrimento atroz, que não me dá trégua.

Era jovem, bonito, feliz, atraente. A vida sorria para mim. Tudo que eu queria, eu tinha, menos o amor de uma mulher.

Ah, mulher! Arruinou a minha vida.

A princípio, o orgulho pela rejeição, fez-me sofrer.

Tentei, de todas as maneiras, conquistá-la. Não me conformava com a recusa.

Lutei, lutei, e fui vencido.

A criatura, o móvel da minha desdita, apaixonou-se por outro.

A vida perdeu o sentido para mim. Eu que era tão feliz, comecei a enxergar o mundo branco e preto.

Não havia paz no meu coração. Não havia alegria.

Só tédio e desespero. Algumas horas entremeadas de lágrimas e rancores.

Logo eu? O queridinho das meninas?! Não era possível.

Andei muito nas praias da minha cidade natal, o Rio de Janeiro, vaguei, vaguei a esmo, tempos e tempos. Perdi as contas. Deixei o emprego, a sociedade…

Transformei-me num pária.

Até que um dia, olhando para o mar em pleno entardecer, pensei:

- Que vida é esta? O que eu faço aqui? Vou-me embora para sempre. Aquela ingrata irá ver a minha história estampada nos jornais.

Lancei-me ao mar, em plena escuridão e dei cabo da minha vida.

O resto vocês já sabem, só sofrimentos. Jovem eu fui. Jovem eu me suicidei.

Digo hoje, aos jovens e a todos: não se suicidem! Este é o último passo, o grande passo infeliz, que um ser humano possa dar.

Roguem a DEUS por nós, os suicidas.

Obrigado.

(Autor Desconhecido)

CCFA. Aracaju, 05/02/2007. Psicografado por Maria Virgínia Lima costa Alves.

Por Deus, não se suicidem!

24 abr

 

Faz pouco tempo, que abandonei o plano carnal.

Tentei várias vezes o suicídio, até que consegui realizar o ato nefando.

Descarreguei sobre o peito um tiro certeiro.

Hoje, vejo o tamanho do meu desatino. Oh, se eu pudesse retroceder.

Jamais para isso.

Para que serviu!?

Não resolvi meus problemas, ao contrário, os ampliei.

Hoje, choro de arrependimento e dor.

Nós damos os nossos  depoimentos, mas parece que os nossos irmãos encarnados, não ouvem nada,

porque continuam a se suicidar. Quando não é de maneira rápida, é lentamente, é o Suicídio Indireto.

Oh, todos que me lerão, pensem, meditem e vejam que o suicídio, só leva à desgraça, ao desespero, ao

sofrimento atroz…

Hoje, mais apaziguado, posso dizer, não se suicidem. O suicídio é o pior passo, que um ser humano pode

dar.

Orem por nós!

Um suicida

CCFA. Aracaju, 02/04/2007. Psicografado por Maria Virgínia Lima Costa Alves.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.