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A PAZ

1 jun

Meus bem amados, que a paz do Divino Mestre Jesus, nos abençoe, hoje e sempre.

É com imensa ternura, que estendo os meus olhos sobre estes irmãos,

que se encontram, na carne.

O  mundo  é  uma  escola,  é  um  local  de  aprendizagem  para  todos  os  espíritos  que  aqui  aportam.

Depende de cada um aprender mais ou menos, de acordo com a sua evolução.

O  que  para  uns  se  afigura  triste  e  de  mau  presságio,  para  outros  é  motivo  de  alegria  e confraternização, nós somos diferentes, embora criados pelo mesmo

Pai de amor e de justiça.

O mundo está carente de amor e de paz. Paz nos corações, paz nas consciências,

mais harmonia, mais tranqüilidade, enfim, mais fraternidade.

A  vida, o dom mais precioso que Deus nos deu,  está  sendo banalizada. Nada  vale.

Matase por um nada.

O homem está se embrutecendo. Que será de ti ó raça humana?

Pára, medita, reage é tempo de oração. Os  lares não têm paz,

os seres não se respeitam, não se consideram, não têm amor.

É tempo de perdão e esquecimento das ofensas, mais oração e ação.

Caridade uns para com os outros. Todos somos irmãos, imperfeitos, mas centelhas divinas.

O mundo clama por paz. A mãe terra está cansada de tantos desatinos, de tanta dor.

Os jovens estão necessitando de orientação,

estão sedentos de amor, de luz e de paz.

Os lares precisam se harmonizar. As  crianças  e  os  velhos  não  são  respeitados.

O  ser  humano  é  visto  como mercadoria  sem  valor.

O tráfico humano, o tráfico de drogas. A banalização da vida.

O quadro é triste e desolador. O que nos consola é vermos,

que no meio de tanto desalinho,o amor ainda reage e impera por muitos corações benévolos.

O mundo,  esta  escola  redentora,  está  a  nos  exercitar  a  cada  dia.

Bem  aventurados  os mansos, os misericordiosos, os pacíficos,

pois eles encontrarão a paz para os seus corações.

E o que dizer dos nossos irmãos endurecidos,que se locupletam nos vícios,

nas obsessões tenazes, no desamor e  na  falta  de  fé?

Oremos  por  eles. Vigiai  e  orai  dissenos  o Mestre  há mais  de  2.000  anos. As  suas benditas  palavras,

ainda  ecoam  no  fluido  cósmico  universal,  como  um  cântico  de  amor  e  paz. Que vejam aqueles que tem olhos de ver.

Sabese  da  grande  necessidade  da  vigilância  nos  pensamentos,  palavras  e  ações.  Amados companheiros de jornada. Parem. Reflitam. É tempo de amar.

É  no  trabalho  profícuo  e  redentor  que  encontramos  paz,  para  os  nossos  espíritos  atribulados  e cansados de tantas quedas.

Que possamos rogar ao Pai de Amor, que nos ampare, a nós, seus filhos e nos dê a sua luz.

Muito amor, Muita Paz. Muita oração e vigilância.

Um irmão em Cristo

Aju 27/08/03 Por: Maria Virgínia Lima Costa Alves

PAI, PERDOA-LHES

1 jun

“PAI, PERDOA‐LHES PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM”

JESUS.

O Divino Cordeiro, tão bem exemplificou o Perdão, que estes foram os seus últimos

ensinamentos.

O Perdão, é a chave de todo processo obsessivo.

Obsediam‐se os encarnados. Obsediam‐se os desencarnados. O ódio, o desamor,

a falta da tolerância.
O não reconhecer que todos somos irmãos, filhos do mesmo Pai.

A dor, a angústia, o desalento e o desamor. O mundo está necessitado de perdão,

de Amor e grande dose de compaixão.

Compaixão pelos nossos irmãos, sim irmãos. Todos somos irmãos!

Ainda nos matamos com as armas da intolerância, da desarmonia…

Que é feito dos lares? Onde o perdão, onde o Amor?

Senhor, auxilia‐nos a sanar tanta dor!

E a dor prossegue… e o Ser extertora!… e se enche cada vez mais de mazelas, porque ainda não soube
conjugar os verbos Amar, Perdoar, Servir, Ouvir e Calar.

A Vaidade  impera. O Autoritarismo  impiedoso,  a  falta de  paz  e de  fé.

Irmãos,  amemo‐nos  cada  vez mais.

Vigiemos e oremos. Trabalhemos sem cessar, na Seara do Senhor.

Procuremos ser úteis.

Só amando e perdoando, os seres se libertarão de tanta dor.

Paz, Perdão e Luz.

Um Amigo Espiritual

Aracaju(Se), 2003. Psicografado por: Maria Virginia Lima Costa Alves

15 DE NOVEMBRO

1 jun

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA.

Povo Brasileiro! É com fé no Altíssimo e agradecendo a grande oportunidade, que venho convocá‐
los ao amor, ao respeito e ao trabalho digno e ordeiro.

A Terra de Santa Cruz, hoje Brasil, é o celeiro do mundo.

Estamos a necessitar de muito trabalho cooperativo, na Seara do Bem, do Amor e do Progresso.

Que a paz e a luz se façam nesta terra brasileira!

Os trabalhadores do Cristo

Por: Maria Virginia Lima Costa Alves. Casa de Caridade Francisco de Assis.

Aracaju, 15 de novembro de 2004.

VOLTA-TE PARA O AMOR

1 jun

Quão pequena és tu ó raça humana!

O homem está se perdendo no cipoal das  ilusões, das glórias passageiras. E o orgulho  incha cada vez
mais o seu ego, exarcebado de paixões.

Volta‐te, ó raça humana para o Pai. Volta‐te para o amor, para o perdão.

O Cristo nosso irmão divino, quando aqui esteve, deixou bem claro, que fora da caridade, do amor, do
perdão, da humildade e tantas virtudes, o ser humano não teria paz.

Nós  fomos  feitos para o amor. Sendo o Pai, Amor e  Luz nós,  seus  filhos,  somos  centelhas divinas. E
porque não fazer como nos ensinou o mestre Jesus: “Brilhe a Vossa Luz”. Não vamos colocar a candeia
embaixo do alqueire, mas sim emcima para que a luz clareie todas as partes.

Levanta‐te, ó raça humana, ama, ora, vigia e trabalha para que a tua  luz brilhe neste mundo de dor e
expiações.

Muita paz e Luz.

Um caminheiro do Amor Divino

(Por Maria Virgínia Lima Costa Alves. Aju, 16/11/2003)

A PRECE – O VALOR DA PRECE

1 jun

Orar e Vigiar. Vigiar e Orar. Não devemos cessar de fazê‐los, para que a nossa  jornada neste planeta,

seja de paz, equilibrando assim, os nossos espíritos tão carentes de harmonia.

O mundo necessita de Amor e Paz. Paz nos corações, nas consciências, portanto nas ações.

O  Amor  deve  ser  disseminado  no  planeta  terra.  E  a  prece  pelo  irmão  em  desalinho,  quer  seja
encarnado ou desencarnado, não é uma forma de amor?

Oramos, quando servimos ao próximo com desinteresse e abnegação, enfim.

A prece pelos sofredores é um bálsamo divino.

Orar,  hoje,  amanhã  e  sempre.  Orar  e  arar.  É  através  do  trabalho  redentor,  que  apaziguaremos  os
nossos  espíritos,  procurando  na  mansuetude  e  no  amor,  ajudarmo‐nos  ajudando  aos  nossos
semelhantes.

O Ser Humano na sua maioria, esqueceu‐se de Deus.

Só o vil metal pesa, dá valor as criaturas.
Triste realidade!!

Quando vemos consternados seres que vieram a  terra, com o poder emanado de Deus, se perderam
nas suas responsabilidades!

Tola, vã vaidade do Ser Humano! Até quando? Até quando, Senhor?

Abrem‐se as imensidades siderais, para fazerem jorrar, o Bem, o Amor e a Paz.

O homem não consegue captar essa Paz, que o tornará imensamente feliz.

Oremos pelos que estão nas portas  largas  da  perdição,  nas  desavenças,

nos  desamores,  na  intolerância,  na  tirania  nos  lares,  do
mundo. São os déspotas, os fazedores de guerras, os insaciáveis.

Oremos por eles. E pelos criminosos? Oremos por eles.

Oremos também por nós mesmos, pelos afetos
e desafetos quer estejam na carne, ou fora dela.

Caridade, amor, compreensão, tolerância, perdão das ofensas…

Qual a felicidade que traz o ódio e o desamor?

Quando nos vingamos de alguém nos sentimos felizes? Não, é uma euforia passageira,

que  logo,  logo caindo em si, ouviremos a voz da consciência nos dizer:

Que fizeste ao vosso irmão? Dá‐lhe o perdão e
estareis muito mais felizes.

Oração, oração, oração.

Vigilância e oração.

Eis a meta do verdadeiro Cristão. Neste mundo cheio de dores e lágrimas que as tuas, as nossas preces,
sejam um bálsamo, para todos os sofredores.

Paz, oração e vigilância.

Um Irmão em Cristo


Psicografado  por:  Maria  Virginia  Lima  Costa  Alves.  Casa  de  Caridade  Francisco  de  Assis,  Aracaju,
30/07/2004.

A VERDADE SOBRE A MORTE

1 jun

Ainda hoje, as pessoas debatem sobre a morte.

O que é a morte? É um túnel? É o fim? É o começo da vida?

A morte é a continuidade da vida. É a vida após a vida.

Estive na terra, dela desapareci muito  jovem, não tive tempo de me preocupar com a morte. De
súbito  ela  levou‐me.  Vi‐me  em  outra  dimensão,  entre  criaturas  conhecidas  (parentes)  e
desconhecidas também.

Procurei saber em que lugar diferente eu me encontrava de forma tão rápida!

Procurei sempre a verdade, até que encontrei respostas para as minhas dúvidas: Eu havia morrido.

Então a morte é isto? Isto é a vida, porque eu me encontro mais vivo do que nunca.

Eu existo. Eu não morri. Eu jamais morrerei.

Digam para os “vivos”, que todos estamos vivos.

Agradeço a oportunidade.

Max (um Jovem)

Aracaju(Se), 08 de fevereiro de 2004.Psicografado por Maria Virginia Lima Costa Alves pelo espírito
de Max

Hoje é preparação para um dia festivo

1 jun

A casa de Francisco de Assis,  irá comemorar o seu aniversário, recebendo os maiores sofredores
da erraticidade. É a reunião dos suicidas que será realizada justamente neste dia.

O “Poverello” sente‐se feliz em poder ajudar a estes irmãos sofredores. Nós que fazemos

parte da sua equipe, temos que agradecer a Deus por esta grande dádiva.

Ó  Jesus ensina‐nos a perdoar cada vez mais, a amar cada vez mais e a construirmos                                                                                                                 nos nossos corações a tua paz.

Faze de nós Senhor instrumentos da tua paz, já pedia o nosso Francisco

em épocas recuadas.

E hoje que a humanidade se deblatera, se odeia, se mata, o perdão, o amor,

a concórdia, ainda não reinam em muitos corações.

“Onde houver ódio que  levemos o amor”. Quão  longe estamos do amor.

Ó Senhor ensina‐nos a amar.

“Onde houver tristeza que eu  leve a alegria”. O ser humano não sabe sorrir das coisas boas,

das coisas que fazem bem. A alegria contagia assim como o ódio.

Deixemo‐nos vencer pelo amor, pela alegria, pela felicidade.

“Onde houver trevas que levemos a luz”. A luz que se irradia dos corações de boa vontade. A paz e a concórdia sejam uma constante em nossos corações.

“Ó Mestre fazei que eu procure mais, consolar que ser consolado…”

Abri, meus irmãos os seus corações para o amor e para a paz.

“Pois é dando que  se  recebe, é perdoando que  se é perdoado e é morrendo que  se vive para a
vida eterna”.

Obrigado  Francisco, por  você existir e nos ensinar, baseado nos ensinamentos do Mestre  Jesus,
tanto Amor …

Os trabalhadores da Seara de Francisco de Assis.

Aracaju, 01/10/04. Por: Maria Virginia Lima Costa Alves. Casa de Caridade Francisco de Assis.

LOUVADO SEJA MEU SENHOR JESUS CRISTO!

1 jun

Viemos aqui para pedir encarecidamente que orem por toda a humanidade. As drogas,                                                                                                                os vícios, as ambições desmedidas, a  falta de amor ao Pai e por conseqüência, a  falta de amor  de uns aos outros.

O mundo necessita de paz. Sabemos que muitas lágrimas cairão da face da grande maioria, pelos sofrimentos e dores atrozes, porque muitos passaram e passarão.

A  terra  está  um  verdadeiro  caldeirão  fervente.  A  chamas  do  ódio,  do  desamor,  do  rancor  são
muitos  grandes.  Crescem  as  labaredas,  que  só  serão  apagadas,  pela  prática  do  amor,  da
compreensão e da tolerância.

As  dores  são  superlativas. Os  gritos,  os  gemidos  são  ouvidos  nos  espaços  siderais,  mas  a Mão Infinita do Pai, está a sustentar a todos.

As dores virão, mas o Pai não desamparará nenhum dos seus filhos, deste e do outro lado.

Que a paz, o perdão e a luz, façam brevemente morada no planeta terra, para que reine

a paz e a justiça.

E os mansos e humildes de coração, possam enfim, chegar até Deus.

Luz, muita luz. Paz, muita paz!

Os Trabalhadores da última hora.

Psicografada por: Maria Virginia  Lima Costa Alves. Casa de Caridade Francisco de Assis. Aracaju,
10/08/2004.

“MEU JUGO É SUAVE E O MEU FARDO É LEVE”

21 mai

“MEU JUGO É SUAVE E O MEU FARDO É LEVE”

 JESUS

Com  que  consternação  vemos  os  seres  desencarnados  e  encarnados, ainda  cultivando  o  ódio,  o  desamor, os rancores…

O mundo é uma escola, é um presídio, é um hospital.

As almas encarnadas, precisam vigiar e orar mais!

Como não se tem amor nos corações!? Como se cultiva o ódio devastador!?

Preces  e  mais  preces  têm  sido  feitas  por  todos  os  encarnados  e  desencarnados,  que  já  se  encontram pacificados.

“Vigiai e orai para não cairdes em tentação” ‐ Jesus.

Como estão tão largas as portas da perdição!

“Muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos”, disse Jesus.

O Mestre amado,  preparou de todas as formas os espíritos encarnados e desencarnados em todas

as  suas  prédicas,  mas  os  seres  humanos  cheios  de  ódios  e  de  rancores,  não  assumiram  ainda  o  “perdoai  não  sete   vezes, mas

setenta  vezes  sete”,  dito  a  Pedro,  para  que  este  belo  ensinamento

fosse para a posteridade, como tantos outros, que foram ministrados com tanto

 amor pelo Mestre Galileu.

“Até quando vos suportarei, ó raça incrédula e depravada? Até quando vos

suportarei?” – Jesus.

Jesus o meigo Rabi, nos ama e disse também: “Nenhuma das minhas ovelhas se

 perderá”.

Continua conosco, Mestre, nesta fase difícil porque passa o planeta Terra.

Sabemos, Senhor que não nos desampararás jamais.

Obrigada Mestre, obrigada Senhor por já participarmos da tua Seara de Amor.

Um peregrino da paz

Psicografado  por:  Maria  Virginia  Lima  Costa  Alves.  Casa  de  Caridade  Francisco  de  Assis  –  Aju.

08/04/2004.

MEUS IRMÃOS EM NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

21 mai

É com o coração cheio de alegria, de paz e em busca de amor e de luz…

É com o coração cheio de alegria, que venho saudar os queridos irmãos…

Ontem, eu estive entre vocês e  trabalhei o que eu  pude  trabalhar, tentando passar a luz e o  amor,

para o coração de todos, de maneira imperfeita, mas com o coração nas mãos.

A luz do Pai Celestial, veio me dar o alento para o trabalho.

Vida  longa  e  feliz  eu  tive.  Com  os  meus  parcos  conhecimentos,  consegui

que  algumas  mentes  se  clareassem,  trazendo  os  conhecimentos

dos  amoráveis  instrutores,  que  tão  bem  orientaram  a  minha vida.

O  médium,  necessita  de  muita  disciplina  e  muito  amor,

para  viver  em  paz  com  Deus e  com  a  sua  consciência,

muitas vezes atormentada por erros pretéritos.

Que  Jesus  o  Divino  Modelo,  os  oriente  sempre  nesta  jornada,  para  que  possam  cumpri‐la.

E  quando  forem  chamados  para  a  Vida  Maior,  possam  se  apresentar  com  a  veste  nupcial.

Como  é  triste  ouvir  aquela  pergunta  em  nossos  corações.

–  Irmãos,  como  vieste  aqui  sem  ter  a  roupa  nupcial?  E  nós  envergonhados,  veremos

o  nosso  passado  pontilhado  de  erros,  de  mazelas  e  de  desorientações.

Agora que estamos vendo a verdade: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”

Somos  pequenos  e  humildes,  mas  estamos  Senhor  a  te  pedir  luz,  para  as  nossas  vidas,

paz  para  as  nossas consciências. Luz para os nossos espíritos.

Os  médiuns  precisam,  mais  uma  vez  repito,  acordarem  para  as  suas  reais  obrigações.

Perdoar,  amar, esquecer as ofensas e trabalhar,

trabalhar, com amor e bastante disciplina.

O  mundo  está  necessitado  de  que  todos  os  trabalhadores  da  última  hora,

estejam  a  trabalhar  em  paz e oração.

Sim meus irmãos, a oração é a maior arma que nós temos. É a arma do amor.

Fui  muitas  vezes  tentado  pelas  facilidades  da  terra,  mas  o  amor,  a  paciência  dos  meus  mentores,

me sustentavam nas horas de maiores dificuldades.

Parto  levando  comigo,  a  certeza  de  que  alguma  coisa,  pouco  ou  muito  foi  feita  em  prol  do  meu

espírito, que caminha humildemente para Deus.

Um abraço fraterno,

Do pequeno servo do Cristo.

 

Um amigo espiritual

Por: Maria Virginia Lima Costa Alves. Casa de Caridade Francisco de Assis. Aracaju, 27 de setembro

de 2004.

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