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O PERDÃO

1 jun

Senhor, até quantas vezes deverei perdoar meu irmão, será até sete vezes? Pergunta Pedro e Jesus lhe
responde pacientemente não sete vezes. Mais até setenta vezes sete. Nos ensinando assim, a imensidade de
vezes, que devemos perdoar. O perdão é a mais bela atitude do ser humano.

Existem muitas maneiras de definir o perdão, porque o perdão é muitas coisas. É uma decisão, é uma
atitude, um processo e um modo  de vida. É algo que oferecemos aos outros e às vezes algo que
aceitamos.

Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da  nossa personalidade. É a decisão de ver além dos
medos, idiossincrasias, neuroses e erros – de ver uma essência pura, não – condicionada pela nossa
história pessoal, que possui um potencial ilimitado e que sempre merece respeito e amor.

Perdoar é uma escolha de “ver a luz ao invés do abajur” escreveu o Dr. Gerald Jampolsky.

Estamos condicionados a ver a outra pessoa como estúpida ou errada, ao invés de oprimida ou assustada.

Perdoar é uma atitude que favorece olhar para uma pessoa que você pode ter julgado automaticamente e
notar que ela é mais do que apenas a pessoa “horrível” ou insensível que você vê.

“Perdoai as nossas dívidas ou ofensas,assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido… (Pai
Nosso)”.

Dizemos diariamente esta frase na maioria das vezes, apenas com os lábios, pois nada fala o coração.

Como o mundo seria cheio de paz, de amor e de justiça, se nós tivéssemos aprendido o ensinamento do
Cristo. Afinal somos todos irmãos filhos do mesmo Pai! Acabariam as desavenças, as intolerâncias, as
guerras e tantas desgraças.

Perdoar nos ensina que podemos discordar resolutamente de alguém, sem negar o nosso amor, perdoar
nos leva além dos medos e dos mecanismos de sobrevivência a que fomos condicionados, até uma certa
ousadia de visão, que nos permite adentrar num novo reino de escolha e liberdade, onde podemos
descansar das nossas batalhas. Perdoar nos leva ao lugar onde a paz não é uma estranha e nos capacita a
conhecer a nossa verdadeira força.

Os grandes relacionamentos são construídos com o perdão. O perdão permite que as armas sejam postas
de lado e que as barreiras sejam desmanteladas. O perdão nos dá a clareza para diferenciar o passado do
presente, enquanto nos dá também esperanças para o futuro.

Nós estamos aqui na terra, para amar e para levar o amor, a cada área das nossas vidas. O amor é a nossa
natureza e, quando vivemos a totalidade do nosso  ser, perdoamos e sabemos que fomos perdoados.
Quanto mais nos afastamos da realidade que fabricamos, onde criamos inimigos, e quanto mais vivemos
como realmente somos, mais nos movemos além até da necessidade de perdoar.

Escolher o amor e escolher o perdão para nós mesmos, ou para os outros, é o caminho para viver no céu
agora, na própria terra.

Por Maria Virgínia Lima Costa Alves, dos livros: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” de Allan kardec
e “O Livro do Perdão” de Robin Casarjian. Aju, 16/11/2003

O Perdão das Ofensas

21 mai

Senhor até quantas vezes deverei perdoar ao meu irmão. Será até sete vezes?

O Mestre bondosamente responde:

‐ Não sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.

Anuncia assim o Mestre, a grande quantidade de vezes, que teremos de perdoar.

É  o  ódio  atroz,  a  maldade  humana,  que  engendra  tão  grande  mal.  Os  impulsos  irrefreados,  a

discordância das idéias, o mal hábito de maltratar e ferir.

Sabemos  da  dor  daqueles  que  sofrem,  mas  sabemos  também,  que  a  cada  um  será  dado  conforme  as suas obras.

O  perdão  é  necessário  e  eficaz.  A  dor,  a  insatisfação,  o  desamor,  a  inquietude  dos  ofensores,  não  faz bem a ninguém.

A  prática  do  perdão,  do  amor  e  da  caridade,  nos  dá  uma  paz  que  é  um  bálsamo,  um  consolo,  uma  luz, enfim, uma grande clareira, na escuridão do ódio e do desamor.

Perdão, luz, tolerância e esquecimento das ofensas, eis a meta

que todo cristão deveria seguir.

Perdão, amor, paz e luz.

 

Um amigo espiritual

Por:  Maria  Virginia  Lima  Costa  Alves.  Casa  de  Caridade  Francisco  de  Assis.  Aracaju,  dezembro  de

2004.

ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO

21 mai

Há quanto tempo gemo e choro.

Na aflição de uma dor que me consome

Não sei se é noite, não sei se é dia

Só sei desta triste agonia.

 

As horas para mim não têm esperança

Os dias são vazios e tristes

Vivo seguro na fé e na esperança

De dias melhores chegar pra mim

 

Hoje é um dia claro e luminoso

Que as trevas do desamor se fez

Porque compreendi o amor de Deus

Ao abrir o meu coração tão revoltado e triste para a compreensão do amor e do perdão.

 

Amigos e companheiros

Não sei se assim posso chamá‐los pois na terra fui um grande desordeiro

Hoje a luz do meu Senhor / veio e tocou meu coração amargurado e triste.

E os espinhos desta dor fizeram‐me refletir

 

A ilusão e a desesperança em que vivi.

Começo a compreender a beleza das flores, o perfume das rosas

O céu azul anil…

Agradeço a todos que vêm orar neste pedaço de terra do meu Brasil.

 

Obrigado irmãos por estas palavras de amor.

Obrigado meu Deus

Por permitires curar tanta dor!

 

Que estes irmãos que aqui vêm

Sejam cada vez mais abençoados

Pelo amor do Pai

Que nos dá a consolação e o perdão

De tanta ingratidão.

 

José

 

Psicografada  por:  Maria  Virginia  Lima  Costa  Alves.  Casa  de  Caridade  Francisco  de  Assis  –  Anexo:

Coqueiral. Aracaju, em 08/2004.

A ORAÇÃO DO PERDÃO

30 abr

 

Pai de Amor e bondade, abençoa a todos aqueles que se encontram em aflições.

A aflição de não perdoar, a aflição de não amar, a aflição de não saber ainda viver o Evangelho de Jesus!

Um Irmão em Cristo

Por Maria Virgínia Lima Costa Alves. Em Aju,16/05/2005

PERDÃO

30 abr

 

Pai perdoai‐lhes, porque não sabem o que fazem.

(Jesus Cristo)

“Reconciliai‐vos com vossos adversários, enquanto estás a caminho”.

(Jesus Cristo)

No tempo atual, e sempre no planeta terra, as guerras e os ódios tiveram um peso grande, sobre aquelas almas incautas e cheias de orgulho e egoísmo.

A fase é difícil, o tempo se encarregará de trazer a cada um, a compreensão e o perdão das ofensas.

O Cristo de Deus, o maior espírito que esteve na terra, lecionou e exemplificou, mostrando a todos nós, que o perdão edifica e redime. Quem não necessita de perdoar e ser perdoado?

Todos nós precisamos de amor e paz, para os nossos espíritos atribulados, por muitas eras de erros e intolerâncias.

Aqui na terra, o planeta ainda de provas e expiações, nós precisamos nos melhorar. Perdoar é esquecer as ofensas.

A dor do desespero, é intensa, as guerras, a fome, a nudez, a intolerância, nos torna incapazes de compreendermos o amor.

Só o perdão, ilumina e guia o espírito para Deus.

Compreendi, depois de muito sofrer, que os elos criados pelo Amor, destroem e dissipam, as paixões dos ódios infernais.

Paz, a terra precisa de paz, de luz, de amor e de perdão. Ouço ao longe choros de arrependimento, de seres, que estão a se redimirem das suas faltas e que já estão aprendendo a perdoar.

Perdoem, orem e vivam em paz, com muito amor, pelo Pai Divino e pelas suas criaturas.

Um irmão que custou, mas aprendeu o valor do PERDÃO

(Por Maria Virginia Lima Costa Alves. Na CCFA‐Casa de Caridade Francisco de Assis. Em 18/07/2005)

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