Meus bem amados, que a paz do Divino Mestre Jesus, nos abençoe, hoje e sempre.
É com imensa ternura, que estendo os meus olhos sobre estes irmãos,
que se encontram, na carne.
O mundo é uma escola, é um local de aprendizagem para todos os espíritos que aqui aportam.
Depende de cada um aprender mais ou menos, de acordo com a sua evolução.
O que para uns se afigura triste e de mau presságio, para outros é motivo de alegria e confraternização, nós somos diferentes, embora criados pelo mesmo
Pai de amor e de justiça.
O mundo está carente de amor e de paz. Paz nos corações, paz nas consciências,
mais harmonia, mais tranqüilidade, enfim, mais fraternidade.
A vida, o dom mais precioso que Deus nos deu, está sendo banalizada. Nada vale.
Mata‐se por um nada.
O homem está se embrutecendo. Que será de ti ó raça humana?
Pára, medita, reage é tempo de oração. Os lares não têm paz,
os seres não se respeitam, não se consideram, não têm amor.
É tempo de perdão e esquecimento das ofensas, mais oração e ação.
Caridade uns para com os outros. Todos somos irmãos, imperfeitos, mas centelhas divinas.
O mundo clama por paz. A mãe terra está cansada de tantos desatinos, de tanta dor.
Os jovens estão necessitando de orientação,
estão sedentos de amor, de luz e de paz.
Os lares precisam se harmonizar. As crianças e os velhos não são respeitados.
O ser humano é visto como mercadoria sem valor.
O tráfico humano, o tráfico de drogas. A banalização da vida.
O quadro é triste e desolador. O que nos consola é vermos,
que no meio de tanto desalinho,o amor ainda reage e impera por muitos corações benévolos.
O mundo, esta escola redentora, está a nos exercitar a cada dia.
Bem aventurados os mansos, os misericordiosos, os pacíficos,
pois eles encontrarão a paz para os seus corações.
E o que dizer dos nossos irmãos endurecidos,que se locupletam nos vícios,
nas obsessões tenazes, no desamor e na falta de fé?
Oremos por eles. Vigiai e orai disse‐nos o Mestre há mais de 2.000 anos. As suas benditas palavras,
ainda ecoam no fluido cósmico universal, como um cântico de amor e paz. Que vejam aqueles que tem olhos de ver.
Sabe‐se da grande necessidade da vigilância nos pensamentos, palavras e ações. Amados companheiros de jornada. Parem. Reflitam. É tempo de amar.
É no trabalho profícuo e redentor que encontramos paz, para os nossos espíritos atribulados e cansados de tantas quedas.
Que possamos rogar ao Pai de Amor, que nos ampare, a nós, seus filhos e nos dê a sua luz.
Muito amor, Muita Paz. Muita oração e vigilância.
Um irmão em Cristo
Aju 27/08/03 Por: Maria Virgínia Lima Costa Alves





