Senhor até quantas vezes deverei perdoar ao meu irmão. Será até sete vezes?   

O Mestre bondosamente responde:  

‐ Não sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.    

Anuncia assim o Mestre, a grande quantidade de vezes, que teremos de perdoar.    

É  ódio  atroz,  maldade  humana,  que  engendra  tão  grande  mal.  Os  impulsos  irrefreados,   

discordância das idéias, o mal hábito de maltratar e ferir.  

Sabemos  da  dor  daqueles  que  sofrem,  mas  sabemos  também,  que  cada  um  será  dado  conforme  as suas obras.    

perdão  é  necessário  eficaz.  dor,  insatisfação,  desamor,  inquietude  dos  ofensores,  não  faz bem a ninguém.    

prática  do  perdão,  do  amor  da  caridade,  nos  dá  uma  paz  que  é  um  bálsamo,  um  consolo,  uma  luz, enfim, uma grande clareira, na escuridão do ódio e do desamor.    

Perdão, luz, tolerância e esquecimento das ofensas, eis a meta que todo cristão deveria seguir.    

Perdão, amor, paz e luz.    

  

Um amigo espiritual

Por:  Maria  Virginia  Lima  Costa  Alves.  Casa  de  Caridade  Francisco  de  Assis.  Aracaju,  dezembro  de  

2004.  

Como  vai  planeta  Terra?  Cheio  de  altos  baixos,  com  uma  população  heterogênea,  moral   

intelectualmente.    

Os  que  adquiriram  maior  compreensão,  se  escandalizam  com  os  atos  que  os  mais  atrasados cometem.  

Meus  irmãos,  orem  por  estes  seres  em  desalinho,  que  não  conhecem  Bem,  Verdade  Belo.  São criaturas infelizes, que só compreendem a vida através da orgia e da maldade.    

Precisamos  nos  reconciliar  com  os  nossos  adversários,  ajudar  os  necessitados.  Orar  pelos  que  nos perseguem  nos  caluniam.  Orar  enfim,  por  toda  humanidade,  para  que  estas  criaturas possam  se  humanizar.    

Todos  chegaremos  um  dia,  ao  Pai.  evolução  é  constante.  Uns  sobem  “a  escada  de  Jacó”  com  mais rapidez, outros, caindo e levantando, mas o momento é de oração, equilíbrio e trabalho.    

Pai,  não  quer  que  nos  percamos  nos  cipoais  das  ilusões,  mas  que  sejamos  pessoas,  pacíficas,  

amantes do nosso semelhante e pacificadoras.    

ser  humano,  ainda  não  despertou  na  sua  maioria,  para  as  realidades  da  vida.  Encontra‐se  num  

marasmo espiritual, pensando que estão na terra como numa estação de veraneio.    

Meus irmãos, o momento é de dor, de gritos lancinantes e de reflexão.    

As  guerras,  os  morticínios  generalizados,  nos  trazem  uma  onda  negra,  que  cobre  planeta  terra,  

causando‐nos mal‐estar, dissabores.    

Vigiemos e oremos sempre, por nós e pelos nossos irmãos em Cristo.    

A tarefa está aí, o dever de casa precisa ser feito. E este dever é o perdão, o esquecimento das ofensas,  

a solidariedade, a paz enfim.    

mundo,  planeta  Terra,  mãe  terra,  que  nos  abriga,  precisa  ser  respeitada!  terra  é  nosso  hospital,  educandário,  enfim  um  lugar  de  aprendizado.  Os  talentos  foram  distribuídos.  que  estamos  fazendo  deles?  Não  enterremos  os  nossos  talentos,  mas  os  façamos  multiplicarem‐se,  como  disse   divino Mestre Jesus, o nosso Galileu.    

Paz,  luz,  esperança,  amor,  muito  amor  é  que  necessitamos,  para  que,  sangue  dos  nossos  irmãos,  pare de banhar a nossa mãe Terra.    

Necessário se faz, que tenhamos mais fé, mais respeito pelos semelhantes e mais união.    

Deus seja louvado!  

   

Um amigo espiritual (o mentor do médium).    

Psicografado  por:  Maria  Virginia  Lima  Costa  Alves.  Casa  de  Caridade  Francisco  de  Assis  –  Aju.  

05/09/2004.  

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