Abril 2008


Amo a vida

Amo o canto

Amo a ternura, o sorriso, o amor.

Amo o canto dos pássaros

Felizes com seus trinados

Como a sondar um belo dia

A dizer a Deus muito obrigado!

Amo as florestas, os mares, a alegria.

Amo a dor, a tristeza, a fantasia

Pois tudo faz parte da natureza!

Faz parte de Deus, de toda sua grandeza!

Amo a paz, o amor, a bondade

O caminho, a palavra consoladora

Amo a voz que canta belas canções

Do amor de Deus, do amor fraterno

Do amor de dois seres.

Amo a vida bela e vivida

A vida, que me deu o meu Deus.

Amo a terra, o ar o sol, a aurora e o arrebol!

Amo a vida, seja alegre ou triste

Os momentos que passamos…

Amo a palavra gentil, o sorriso terno, o amor

Mas que às vezes nos traz tantos desenganos!

Amo o amor verdadeiro, do Pai de Amor e bondade

Amo a vida mais uma vez

Falo de tal felicidade.

A luz que clareia

Os passos do jovem, do adulto, do idoso, da criança

Criança que nos traz tanta esperança!

Amo tudo que nos faz feliz e também o que nos traz a dor

Porque a dor é um processo aducador!

Amo o céu as estrelas

Amo este céu azul anil

Que nos traz tantas belezas

Este céu do meu Brasil!

E de tanto amar, o meu coração

Vai se dulcificando, cada vez mais

Olho para traz, e vejo o bem

Que o amor nos faz!

A paz, a alegria, o amor

É uma graça do Pai.

Que nos anima e nos orienta

A vivermos com muita paz!

E assim, amando sempre

A vida em paz, vou levando

Junto ao amor e a esperança

A muitos vou consolando…

Da dor, da tristeza, dos sofrimentos enfim

Oro e peço a Deus que orem também por mim!

Paz e Luz

Uma Caminhante do Amor

(Por Maria Virgínia Lima Costa Alves na CCFA – Casa de Caridade Francisco de Assis, em 07/01/2005

É com o coração transbordante de alegria, que eu, pequena serva do Senhor, me encontro nesta Casa de Oração, para saudar o nosso Mentor Espiritual, Francisco de Assis e para também homenagear o insigne codificador da Doutrina Espírita Allan Kardec.

Que as luzes do Todo Poderoso, Pai de amor e bondade, caiam sobre esses espíritos, que vieram com a permissão do Pai iluminar a terra tão escurecida, pelos erros e escabrosidades humanas.

Nós, os trabalhadores desta Casa, estamos aqui a te saudar, Francisco, pelas luzes que espargistes, em plena escuridão, das trevas terríveis da Idade Média.

Espírito valoroso e altamente caridoso, és para nós Francisco, um clarão de luz, a iluminar as trevas da nossa ignorância.

Abençoa, digno amigo, nós os teus admiradores e pequenos trabalhadores, dando a paz para este mundo sofredor, devido a grande ignorância, que ainda reina no orbe terráqueo.

Abençoa Jesus, estes teus trabalhadores que aqui se encontram, prosternados a agradecer ao Pai Celestial, pelo amparo e pela proteção do Pai de Amor.

Francisco de Assis, roga a Deus por nós, encarnados e desencarnados, para que brilhe a nossa luz.

Parabéns, Francisco, parabéns a nós, pelas dádivas recebidas do Pai Celestial de amor e bondade.

Luzes resplandeçam nas trevas da ignorância.

(Por Maria Virginia Lima Costa Alves. Na CCFA – Casa de Caridade Francisco de Assis. Em 03/10/2005)

Próxima Página »