Vivemos de maneira tal, que pensamos que o importante da vida, é só usufruir bens materiais. Criamos 
situações fantásticas, para só depois refletirmos. Somos arrogantes, vaidosos, tiranos, egoístas e tantos 
atos deploráveis, os quais praticamos devido às nossas irreflexões. 
 
A vida para nós é apenas uma fonte de prazer. Desde o sensualismo exacerbado, a selvageria no mais 
alto  grau da  nossa  imperfeição. Criamos  as nossas próprias dificuldades  e  não pensamos no  futuro. 
Vivemos como se apenas o presente existisse. 
 
Um belo dia saímos desta miragem e vemos o tempo perdido. Quanto tempo gasto! Quanta vã ilusão! 
 
Choramos, nos  revoltamos e perguntamos. Por que Deus  sendo Pai, me  castiga de  tal  forma!? Deus 
não castiga ninguém. Nós é que nos castigamos, com o nosso atraso espiritual. 
 
Fomos criados por Deus para crescer, para progredir, para tornamo‐nos enfim, Espíritos Puros . 
 
O tempo é o melhor conselheiro. Ele nos mostra quão necessário é aproveitá‐lo. Aproveitá‐lo no bom 
sentido, praticando o amor ao próximo, na sua mais ampla acepção. 
 
O homem perde o tempo com ódios, rancores, guerras e infelicita‐se, com a prática do mal. 
 
Deus nos  criou  simples e  ignorantes, mas o mérito está em  tentarmos progredir. Viver  à  luz Divina, 
criando  e  progredindo.  Praticando  o  bem.  Evitando  o mal.  Se  Deus  nos  criasse  perfeitos,  seríamos 
simples robôs. Feitos da maneira que Ele quis, mas Ele nos deu o Livre Arbítrio e nos colocou na sua 
Criação Divina. 
 
Deus é Luz, Amor e bondade infinita, jamais faria algo que deixasse a desejar.  
 
E o progresso dos planetas e do universo? Tudo seria parado, marasmo total. 
 
Deus é sabedoria é Amor  infinito. Nada é estático. Tudo é movimento, é evolução. E nós, através da 
evolução, chegaremos ao Pai, pelos nossos próprios méritos. 
 
 
Aracaju (SE), 2003. Por: Maria Virginia Lima Costa Alves.

Meus bem amados, que a paz do Divino Mestre Jesus, nos abençoe, hoje e sempre!

É com imensa ternura, que estendo os meus olhos sobre estes irmãos, que se encontram, na carne.

O  mundo  é  uma  escola,  é  um  local  de  aprendizagem  para  todos  os  espíritos  que  aqui  aportam.
Depende de cada um aprender mais ou menos, de acordo com a sua evolução.

O  que  para  uns  se  afigura  triste  e  de  mau  presságio,  para  outros  é  motivo  de  alegria  e
confraternização, nós somos diferentes, embora criados pelo mesmo Pai de amor e de justiça.

O mundo está carente de amor e de paz. Paz nos corações, paz nas consciências, mais harmonia, mais
tranqüilidade, enfim, mais fraternidade.

A  vida, o dom mais precioso que Deus nos deu,  está  sendo banalizada. Nada  vale. Mata‐se por um
nada. O homem está se embrutecendo. Que será de ti ó raça humana? Pára, medita, reage é tempo de
oração. Os  lares não têm paz, os seres não se respeitam, não se consideram, não têm amor. É tempo
de perdão e esquecimento das ofensas, mais oração e ação. Caridade uns para com os outros. Todos
somos irmãos, imperfeitos, mas centelhas divinas.

O mundo clama por paz. A mãe terra está cansada de tantos desatinos, de tanta dor. Os jovens estão
necessitando de orientação, estão sedentos de amor, de luz e de paz. Os lares precisam se harmonizar.
As  crianças  e  os  velhos  não  são  respeitados. O  ser  humano  é  visto  como mercadoria  sem  valor. O
tráfico humano, o tráfico de drogas. A banalização da vida. O quadro é triste e desolador. O que nos
consola é vermos, que no meio de tanto desalinho, o amor ainda reage e impera por muitos corações
benévolos.  O mundo,  esta  escola  redentora,  está  a  nos  exercitar  a  cada  dia.  Bem  aventurados  os
mansos, os misericordiosos, os pacíficos, pois eles encontrarão a paz para os  seus corações. E o que
dizer dos nossos irmãos endurecidos, que se locupletam nos vícios, nas obsessões tenazes, no desamor
e  na  falta  de  fé? Oremos  por  eles. Vigiai  e  orai  disse‐nos  o Mestre  há mais  de  2.000  anos. As  suas
benditas  palavras,  ainda  ecoam  no  fluido  cósmico  universal,  como  um  cântico  de  amor  e  paz. Que
vejam aqueles que tem olhos de ver.

Sabe‐se  da  grande  necessidade  da  vigilância  nos  pensamentos,  palavras  e  ações.  Amados
companheiros de jornada. Parem. Reflitam. É tempo de amar.

É  no  trabalho  profícuo  e  redentor  que  encontramos  paz,  para  os  nossos  espíritos  atribulados  e
cansados de tantas quedas.

Que possamos rogar ao Pai de Amor, que nos ampare, a nós, seus filhos e nos dê a sua luz.

Muito amor, Muita Paz. Muita oração e vigilância.

Um irmão em Cristo

Aju 27/08/03 Por: Maria Virgínia Lima Costa Alves

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